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04/02

Conheça os finalistas de Fotojornalismo

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As imagens que marcaram o combate às fraudes trabalhistas no país serão reconhecidas na 5ª edição do Prêmio MPT de Jornalismo. A cerimônia de premiação acontece na terça-feira, 5 de fevereiro, na sede do Ministério Público do Trabalho em Brasília e premiará as melhores fotografias publicadas em veículos de comunicação. Haverá prêmios regionais (R$ 5 mil), prêmio nacional (R$ 10 mil) e a possibilidade de concorrer também aos Prêmios Especiais – MPT de Jornalismo, Fraudes Trabalhistas e Igualdade de Oportunidades (R$ 30 mil cada). Conheça os finalistas:

 

Carteira de Sangue

Em agosto de 2018, um soldado da UPP Babilônia/Chapéu Mangueira, no Rio de Janeiro, fez oito disparos com uma carabina Taurus calibre .40 durante a ação em que o garçom Rodrigo Serrano, de 26 anos, foi morto. Segundo moradores, o policial teria confundido o guarda-chuva que Rodrigo carregava com um fuzil. As imagens que Domingos Peixoto captou para a reportagem “Carteira de Sangue”, do jornal O Globo, são finalistas do Prêmio MPT de Jornalismo na categoria Fotojornalismo. Confira:  https://oglobo.globo.com/rio/pm-fez-oito-disparos-de-carabina-durante-acao-em-que-garcom-foi-morto-no-leme-23082628

 

Alpinista do lixo

Em Alagoas, a Gazetaweb.com flagrou catadores se arriscando sem equipamento de segurança, em meio a uma verdadeira montanha de lixo no Povoado de Capela, zona rural de Penedo. O local recebe diariamente resíduos sólidos da cidade e também do município de Igreja Nova. As imagens de Jonathan Lins para a reportagem são finalistas do Prêmio MPT de Jornalismo na categoria Fotojornalismo. Confira: http://gazetaweb.globo.com/portal/noticia/2018/03/fpi-do-sao-francisco-encontra-catadores-sem-protecao-em-lixao-de-penedo_50399.php

 

Longe de casa

A imagem de Luís Miguel, 23 anos, empacotador de carvão e um dos personagens de “Longe de casa”, reportagem do jornal Em Tempo, de Amazonas, é finalista do Prêmio MPT de Jornalismo na categoria Fotojornalismo. A matéria mostra as condições subumanas que ele e outros trabalhadores enfrentam em meio à fuligem, dentro de um galpão sem ventilação, a uma temperatura de quase 40◦C. As fotos são de Ricardo Oliveira. Veja: https://d.emtempo.com.br/amazonas-cidades/102263/imigrantes-antes-doutores-na-venezuela-sao-operarios-em-manaus

 

Os últimos dias do lixão sem fim

Com a reportagem “Os últimos dias do lixão sem fim”, a Folha de São Paulo acompanhou a rotina do Lixão da Estrutural, em Brasília, poucos dias antes de seu fechamento definitivo, em janeiro de 2018. Durante décadas, o lugar foi visto como uma tragédia ambiental e humana, visto que toneladas de detritos sem manejo foram jogadas na área, promovendo situações degradantes de trabalho, incluindo de crianças e adolescentes. As imagens de Pedro Ladeira para a matéria são finalistas do Prêmio MPT de Jornalismo na categoria Fotojornalismo. Veja: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2018/01/1947854-o-maior-lixao-a-ceu-aberto-da-america-latina-tem-data-para-acabar.shtml

 

Consumidos pela escravidão

Em “Consumidos pela escravidão”, a Gazeta do Povo mostrou que ainda é possível encontrar exploração de trabalho análoga à escravidão, mesmo 130 anos depois da aprovação da Lei Áurea. O flagrante aconteceu em regiões consideradas desenvolvidas – como Curitiba, que detém um dos maiores IDH do país. As imagens, captadas por Albari Rosa da Silva, são finalistas do Prêmio MPT de Jornalismo na categoria Fotojornalismo. Confira: https://www.gazetadopovo.com.br/politica/parana/carvoaria-mantem-funcionarios-como-escravos-na-regiao-de-curitiba-7v2t5hvsy0pyqm3zf79y2ntbz/