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24/01

Conheça os trabalhos finalistas da categoria Webjornalismo

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O jornalismo da era digital também concorre ao mais importante concurso dedicado ao combate às fraudes trabalhistas. A categoria Webjornalismo reconhece as melhores reportagens interativas veiculadas em portais ou sites de notícias do país. Serão entregues prêmios regionais (R$ 5 mil) e prêmio nacional (R$ 10 mil). Os concorrentes podem levar ainda os Prêmios Especiais – MPT de Jornalismo, Fraudes Trabalhistas e Igualdade de Oportunidades (R$ 30 mil cada). Veja quais são os trabalhos finalistas:

 Aviação agrícola: perigo no céu e na terra

Em “Aviação agrícola: perigo no céu e na terra”, Larissa Rodrigues e Douglas Carvalho revelaram os riscos da atividade para os pilotos e o impacto em comunidades próximas às áreas pulverizadas em São Paulo, Rio Grande do Sul e Goiás. A reportagem do Portal Metrópoles é finalista do Prêmio MPT de Jornalismo na categoria Webjornalismo. Confira: https://www.metropoles.com/materias-especiais/aviacao-agricola-no-brasil-setor-cresce-a-sombra-de-acidentes-e-agrotoxicos

 Trabalhador, herança escravista, pobreza e irregularidades

“Trabalhador, herança escravista, pobreza e irregularidades”, de Nathan Santos, Marília Parente e Eduarda Esteves, publicada no portal Leia Já, revela os malefícios das “diferentes dores” dos trabalhadores brasileiros a partir da herança escravocrata no Brasil. O especial mostra como pobreza e desigualdade social estão fortemente atreladas às condições de trabalho de muitos brasileiros. Em busca do sustento familiar, pessoas pobres são submetidas a atividades informais que exigem extrema força corporal. Conheça o trabalho finalista do Prêmio MPT de Jornalismo na categoria Webjornalismo. Acesse: http://especiais.leiaja.com/trabalhador/

‘Se achasse negócio melhor, trocaria…’

“‘Se achasse negócio melhor, trocaria’, diz carregador que trabalha na zona portuária de Manaus e tem aposentadoria incerta” é o nome da reportagem de Leandro Tapajós, finalista do Prêmio MPT de Jornalismo na categoria Webjornalismo. O texto mostra a realidade centenária de trabalhadores informais da orla do Rio Negro, que enfrentam preconceito, doenças, crimes e acidentes em uma atividade fundamental para a economia amazônica. Veja: https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/se-achasse-negocio-melhor-trocaria-diz-carregador-que-trabalha-na-zona-portuaria-de-manaus-e-tem-aposentadoria-incerta.ghtml

100 anos de servidão

“100 anos de servidão” revela o trabalho por dívida na extração da piaçaba, a palha da vassoura, que há três gerações aprisiona trabalhadores no alto e médio Rio Negro, no Amazonas. Lá, extrativistas trabalham para pagar dívidas ao patrão. Um ciclo montado para que o trabalhador não se liberte nunca. A reportagem, de autoria de Thais Lazzeri, veiculada no Portal Repórter Brasil, é finalista do Prêmio MPT de Jornalismo na categoria Webjornalismo. Confira: https://reporterbrasil.org.br/servidao-por-divida/

Que fazer – uma história sobre a labuta dos imigrantes

Em “Que Fazer – uma história sobre a labuta dos imigrantes”, a jornalista Geórgia Santos acompanhou, durante quase um ano, a vida e a rotina de trabalho de imigrantes senegaleses que vivem em Porto Alegre/RS. Jovens que resistem à exploração, na esperança de uma oportunidade. A reportagem, veiculada no Portal Vós, é finalista do Prêmio MPT de Jornalismo na categoria Webjornalismo. Veja: https://vos.social/reportagens-especiais/que-fazer-uma-historia-sobre-a-labuta-dos-imigrantes/