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Conheça os finalistas de Jornal Impresso e Revista Impressa

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Reportagens publicadas em jornal ou revista impressa do Brasil têm sua própria categoria no Prêmio MPT de Jornalismo 2018. Os melhores trabalhos podem ganhar prêmios regionais (R$ 5 mil) e o prêmio nacional (R$ 10 mil). Os concorrentes disputam também os Prêmios Especiais – MPT de Jornalismo, Fraudes Trabalhistas e Igualdade de Oportunidades (R$ 30 mil cada). Os ganhadores serão conhecidos na cerimônia de premiação que acontece na terça-feira, 5 de fevereiro, na sede do Ministério Público do Trabalho em Brasília. Veja quem são os concorrentes:

 

Cicatrizes do Bahamas

A série “Cicatrizes do Bahamas”, do jornal Diário Popular de Pelotas, resgata os 20 anos do episódio que provocou o derramamento de 9 mil toneladas de ácido sulfúrico nas águas do Rio Grande. Os casos de câncer e mortes de profissionais que tiveram contato com a substância e as discussões ambientais são levantados pelos jornalistas Michele Ferreira e Carlos Queiroz, finalistas do Prêmio MPT de Jornalismo na categoria Jornal Impresso e Revista Impressa. Confira: https://www.diariopopular.com.br/geral/as-marcas-do-bahamas-20-anos-depois-134843/?fbclid=IwAR3s4n7X3xSJykabUbWgacMaJbhuO1KLs4iyT16HavWoe9qdq9Fa2OBFLgE

 

Vidas transformadas

A série especial do Jornal A Gazeta “Vidas transformadas” uniu repórteres de diferentes áreas (cultura, gastronomia e economia) e buscou uma discussão e reflexão humanizada acerca da população trans e as oportunidades no mercado de trabalho, mostrando que algumas portas começam a se abrir. O trabalho, assinado por Dina Sanchotene, Siumara Goncalves, Guilherme da Silva e Mariana Perim, é finalista do Prêmio MPT de Jornalismo na categoria Jornal e Revista Impressa. Confira:  https://www.gazetaonline.com.br/noticias/economia/2018/06/transexuais-rompem-barreira-do-mercado-1014135314.html

 

O desrespeito como obstáculo

Dos 45,6 milhões de brasileiros com algum tipo de deficiência, apenas 0,89% está no mercado formal de trabalho. Apesar de a legislação garantir cotas para esse público, empresas não cumprem a obrigatoriedade e até criam dificuldades a fim evitar a contratação. A série de reportagens do Correio Braziliense “O desrespeito como obstáculo”, de autoria de Simone Kafruni, Bruno Araujo Santa Rita Pereira, Gabriel Ponte Randal Pompeu Andrade, Marília Gabriela de Araújo Sena e Lorena Pacheco Vieira, aborda o tema. O trabalho é finalista do Prêmio MPT de Jornalismo na categoria Jornal Impresso e Revista Impressa. Confira: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/brasil/2018/09/21/interna-brasil,707311/empresas-ignoram-obrigatoriedade-de-contratar-pessoas-com-deficiencia.shtml

 

Entre a terra e o mar

A pesca é uma das atividades mais tradicionais e também mais sofridas para os trabalhadores de Alagoas. Os pescadores precisam lidar com escassez de pescado, longas jornadas de trabalho, problemas financeiros, obstáculos no pagamento de direitos, preconceito, alcoolismo e esquecimento dos órgãos competentes. As dificuldades enfrentadas nas águas e na costa são tantas, que muitos temem que um dia a profissão, marcada no imaginário cultural alagoano, chegue ao fim. Os jornalistas Larissa Bastos e Thiago Gomes falam sobre o tema na reportagem “Entre a terra e o mar”, da Gazeta de Alagoas, finalista do Prêmio MPT de Jornalismo na categoria Jornal Impresso e Revista Impressa. Acesse: http://gazetaweb.globo.com/gazetadealagoas/noticia.php?c=322152